O que é nutrição funcional?

A NUTRIÇÃO FUNCIONAL utiliza a ciência dos nutrientes para manter ou restabelecer o equilíbrio e o bem estar do organismo de cada pessoa.  A este equilíbrio – físico, mental e espiritual chamamos VITALIDADE POSITIVA. Hábitos do nosso dia a dia como má qualidade da alimentação, o estresse diário, exposição a substâncias químicas, as alterações emocionais, a qualidade do ar que respiramos, geram desequilíbrios. Nosso corpo frente a desequilíbrios entre nutrientes e células pode gerar sintomas como TPM, ansiedade, enxaqueca, pele ressecada, queda de cabelo, artrite, hiperatividade entre outros.

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A NUTRIÇÃO FUNCIONAL está CENTRADA NO INDIVIDUO e defende um rastreamento bioquímico, metabólico e genético de cada pessoa para saber quais são os nutrientes que otimizam ou comprometem suas reações químicas. Determinados alimentos podem provocar ou vir a provocar doenças dependendo da individualidade, trazendo alergias, intolerâncias ou sensibilidades alimentares. Da mesma forma, alguns nutrientes são mais bem absorvidos por algumas pessoas, enquanto que em outras, possíveis alterações genéticas (polimorfismos), podem comprometer sua absorção através da dieta alimentar. Sendo assim dietas generalizadas e click here contagem de calorias não fazem mais sentido.

Para definir a melhor dieta para cada pessoa, é preciso conhecê-lo individual e profundamente. Para isso diferentes recursos são utilizados como a avaliação física – peso, índice hidratação e gordura corporal, o aspecto das unhas, pele, cabelos, condição do sono, nível de disposição. A solicitação de exames que revelam os níveis de nutrientes e hormônios e como são absorvidos. A aplicação de questionários para levantamento de sinais e sintomas.

Para avaliar e corrigir os desequilíbrios nutricionais utiliza diferentes recursos:

– dieta alimentar antioxidante, antinflamatória e hipoalergenica, rica em nutrientes e alimentos funcionais, respeitando as necessidades individuais;

– indicação de fitoterápicos na forma de chás, tinturas e extratos, quando necessário;

– suplementação de minerais e vitaminas, quando necessário para complementar o tratamento nutricional;

– monitoramento freqüente dos sinais e sintomas, utilizando exames bioquímicos, questionários e testes buscando restaurar as carências ou excessos de nutrientes.

 

 

 

 

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